segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

The Housemaid (2025)

https://cinecartaz.publico.pt/filme/criada-414581

Título em Português: A Criada
Realizador: Paul Feig
Atores: Sydney Sweeney
Amanda Seyfried
Brandon Sklenar
Duração: 2h 11 min
Ano: 2025
Género: Suspense
Classificação: M/14


Sinopse: Millie (Sydney Sweeney), tenta a sua sorte como empregada numa casa de um casal rico. O seu passado não é fácil mas tudo parece correr bem. Isto até Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), revelarem que estão longe de ser o casal perfeito que tanto aparentam.

Millie tem um passado que tenta esconder. A sua adolescência não foi fácil e uma mulher com cadastro, tem sempre dificuldade em conseguir uma segunda oportunidade. Quando Nina aceita a sua candidatura, a jovem nem consegue acreditar em tanta sorte!
Se no começo tudo parece correr bem, logo Nina começa a dar sinais de instabilidade emocional e Andrew passa a ser visto como um marido carinhoso e compreensivo. Ele é o homem perfeito: bonito, educado e protetor. Não é uma tarefa complicada apaixonar-se por ele e Millie cai nessa armadilha.
Andrew expulsa a mulher de casa e Millie passa a ser a nova senhora do lar. Mas esta mudança vai ter um preço bem alto, para a jovem que tanto desejou ter uma vida tranquila.

O filme é uma adaptação do livro "A Criada" da escritora Freida McFadden. 

Gostei: Da história no geral.

Não gostei: Da Sydney Sweeney. A moça precisa de umas aulinhas de dicção porque às vezes não se entendia o que ela dizia (e não era em cenas dramáticas sequer).


1 comentário:

Portuguesinha disse...

Olá Ana.
Vi o filme. Gostei muito, achei que a história em si estava muito bem elaborada. Nós já estamos habituados a tantos twists de enredo que já se consegue adivinhar alguns. Mas este nem por isso. Sempre existiu um tanto de frescura.

O que não gostei: das atrizes escaladas serem muito parecidas entre si. Por vezes não conseguia distinguir quem era quem.

O que não gostei 2: da incredibilidade do final. Nenhum polícia seria capaz de ocultar um homicídio. Na mesa de autopsias seria possível perceber que os danos sofridos pelo corpo são suspeitos e uma facada no pescoço não surge de uma queda.

O que gostei mais: Do final. Gostei que ela acabou por fazer daquilo "profissão" e nos mostrarem outra mulher com uma situação insustentável a tentar obter ajuda. Desta vez sabendo o tipo de ajuda que está a contratar. Gostei que faz ligação com a natureza da Millie, que, em jovem, cometeu um assassinato para salvar uma amiga de ser estuprada. Pena que a amiga com o passar dos anos não foi capaz de se chegar à frente e inocentar a colega. Mas entende-se, naquele meio. Ainda que, ela não precisava de matar o rapaz.

Também gostei da criança a brincar com a casa de bonecas que reproduzia a casa real. Aquela história de sumo ser um previlégio - que a criança repete durante a brincadeira com as bonecas - ela o diz quando está a dar a voz ao pai. Logo aí percebe-se que existe algo por detrás daquele homem que não é o que parece ser.