Realizador: Emerald Fennell
Atores: Duração: 2h 16m
Ano: 2026
Género: Drama
Classificação: M/14
Sinopse: O senhor Earnshaw
vai à cidade e lá, encontra um menino abandonado. Decide trazê-lo para casa,
fazendo as alegrias da sua filha Cathy. A jovem decide chamá-lo Heathcliff
em honra do irmão falecido. Logo os dois criam um laço especial e que vai
mudando com o passar dos anos.
Porém, Earnshaw
tem o vicio do jogo e acaba na ruina. Cathy tem de casar depressa e bem com o
vizinho do lado que é rico e poderá dar-lhe a vida que tanto merece. Mas e Heathcliff?
Será que o amor de adolescência resistirá a essa prova?
A versão de 2026 de "O Monte dos Vendavais" (Wuthering
Heights), realizada por Emerald Fennell, já entrou para as obras mais polémicas
do ano. Se estás à espera duma adaptação literal do clássico de Emily Brontë, esquece!
Fennell decidiu inspirar-se livremente (e livremente é a palavra de ordem), no
material original para poder criar algo puramente pop.
Como não li nenhuma crítica antes de ver o filme, fui
apanhada desprevenida. O silêncio da charneca é embalada ao som de Charli XCX e
isso deixou-me baralhada. De repente parece que estamos num videoclip todo
chique, ao invés de um filme.
Uma das coisas que mais chama a atenção ao longo do filme é
a diferença de idades (que não deveria existir se tivéssemos seguido o livro)
entre Margot (35 anos) e Jacob (28 anos). Supostamente não seria a escolha
principal mas a atriz e produtora fincou pé e não deixou que ninguém ocupasse o
seu lugar.
Fusão de Personagens: A personagem de Hindley (o irmão de
Cathy) desapareceu (ela diz que o irmão morreu em criança) e sabe-se lá porquê,
os seus vícios passaram para o patriarca da família.
Modernização do Diálogo: O filme tanto vai buscar frases
clássicas de Brontë mas depois passa para diálogos modernos.
Gostei: Do guarda-roupa incrível e da casa dos Linton. Das
crianças.
Não gostei: de tudo o resto.
Pontuação: 6/10
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