Ano: 2025
Género: Guerra/Ação
Classificação: R
Sinopse: Aatami Korpi (Jorma Tommila) retorna ao seu antigo
lar, destruído pela guerra, apenas para encontrar um novo exército no seu
caminho. Enquanto o primeiro filme era sobre proteger algo (o ouro), este é
sobre retomar o que foi perdido.
Se o primeiro filme foi uma "carta de amor" à
resiliência finlandesa e à destruição de nazistas, a sequência eleva o tom para algo demasiado surreal, mas ainda assim, agradável de se ver. O realizador Jalmari Helander aposta novamente num
estilo “survival action”, cheio de explosões, perseguições e violência, agora
com um tom mais emocional.
Korpi regressa à casa de madeira onde a sua família foi
brutalmente assassinada durante a guerra. Depois de desmontá-la e carregá-la
num camião, parte em busca de um novo lugar onde as recordações sejam mais
agradáveis. Pelo caminho, depara-se com Draganov (Stephen Lang) que reconhece-o
e fará de tudo para acabar com a vida do homem que se recusa a morrer.
Imagina o herói a usar pranchas de madeira como rampa para
um avião ou sobrevivendo a situações que desafiam qualquer lei da física?
Temos!
Korpi continua sem dizer uma palavra? Temos!
Um Stephen Lang que inicia uma perseguição a um homem só
porque quer acabar com o mito? Temos!
Aliás, Stephen Lang foi uma adição de peso para o elenco. Ele
traz uma ameaça mais imponente e física do que os vilões do primeiro filme,
servindo como o contraponto perfeito para a brutalidade silenciosa de Korpi.
Gostei: É mais exagerado que o anterior? Sim mas não deixa
de ser um bom entretenimento. A velha fórmula do "homem imortal vs. Exército"
ainda faz efeito.
Não gostei: Algumas cenas são completamente absurdas.
Pontuação: 7/10



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